10/10/2019 às 15h21min - Atualizada em 10/10/2019 às 15h21min

Pecuaristas da região deverão criar cooperativa de carne nobre

Melhorar a qualidade da carne e assim agregar melhores preços de seus produtos nos frigoríficos é o objetivo da maioria dos criadores modernos e isso tem se tornado um desafio aos pecuaristas.

Com a implantação cada vez maior te tecnologias como integração lavoura pecuária, confinamento e semiconfinamento com alta tecnologia, a produção de carnes nobres vem crescendo significativamente em Chapadão do Sul e região.
Um dos mecanismos encontrados para valorizar a carne dos animais criados com alta tecnologia e rendimento, que garantem a qualidade é a formação de cooperativas dos produtores nas regiões onde estão inseridos.
Foi pensando assim que pecuaristas de Chapadão do Sul e região estão se unindo, buscando informações e experiências bem sucedidas para montar a cooperativa que deverá receber o nome de: Cooperativa de Carne Nobre.
Nesta quarta-feira, 09 de outubro, um grupo de pecuaristas de Chapadão do Sul esteve na cidade de Coxim (MS) participando de uma reunião para troca de experiências com diretores da Cooperativa Padrão Beef, daquela região. Palestrou na oportunidade, o Contabilista Cláudio Brunetto, que falou sobre os conceitos e regulamentação necessários para se criar uma cooperativa.
Já o gerente da Padrão Beff, Ernir mostrou como eles, membros da cooperativa, operam na compra de bovinos, falou sobre a qualidade dos animais, rendimento de carcaça, formação de preço, venda, receita dos cooperados e sobre a cooperativa em que pertencem.
 


Participaram do encontro 25 produtores, que já concordam com a criação da cooperativa, onde ficou inicialmente proposto que a entidade terá as seguintes característica.
  • Cooperativa de carne nobre.
  • Terceirizar o abate, acompanhado por técnicos da cooperativa. Não definido local.
  • Será abatido apenas animais precoce, 0 a 2 dentes, com acabamento prime. Selecionados por técnicos da cooperativa.
  • Raça Nelore e Angus.
  • Macho e fêmea (macho pode ser inteiro)
  • Animais de confinamento e semiconfinamento. Não será abatido animais a pasto.
  • A venda da carne será realizada pela cooperativa, podendo ser venda local e regional.
  • Cota capital para os associados fundadores R$5.000,00 (cinco mil reais).
Definiu-se ainda os valores da cota capital inicial, pós fundação, a contratação do contabilista Cláudio Brunetto, para cuidar da abertura da entidade e por fim foi formada uma comissão para discutir o estatuto da cooperativa.
Fonte: jovemsulnews (Norbertino Angeli)
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